Sunnyvale

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Como a indústria alimentícia pode se enquadrar na RDC 14/14 referente a segurança dos alimentos

 

Soluções como Raio X e detectores de metais são soluções que atendem as obrigatoriedades e garantem segurança aos consumidores.

Prejuízos como desvalorização das marcas e à saúde do consumidor servem de estímulo para não adiar investimentos

 

A Anvisa, com o intuito de definir as melhores práticas referente a segurança alimentar, publicou em março deste ano a RDC 14/14, na qual define o que deve ser considerado matérias estranhas em alimentos, inclusive águas envasadas, bebidas, matérias-primas, ingredientes, aditivos alimentares e os coadjuvantes de tecnologia de fabricação, embalados ou a granel, destinados ao consumo humano.

 

Muitas indústrias não se atentaram a esta norma e continuam com processos defasados para o controle de qualidade e a inspeção. Notícias recentes envolvendo marcas tradicionais voltaram a acender o alerta para os prejuízos, que vão da desvalorização da marca até o risco à saúde do consumidor.

 

Como se enquadrar – Para o enquadramento e redução de riscos de contaminação na produção, os equipamentos mais indicados são os detectores de metais e o Raio X. São equipamentos com investimentos relativamente acessíveis que solucionam este gargalo dentro da produção, além de auxiliar na abertura de novos mercados, já que para exportar também é preciso respeitar órgãos reguladores estrangeiros que obrigam a inspeção e o controle de qualidade dos alimentos.

 

Para o gerente da área de inspeção e controle de qualidade da Sunnyvale, Daniel Sprindys, é indicado que pelo menos um dos equipamentos faça parte do processo. “São equipamentos complementares, pois o Raio X detecta diversos tipos de contaminantes que não seriam identificados pelo detector de metais, como é o caso do vidro localizado no doce. É um investimento que não pode ser negligenciado pela indústria, tanto para garantir a segurança do alimento ao consumidor quanto proteger suas marcas, além de atender uma norma da Anvisa”, explica o executivo.

 

A Sunnyvale tem área específica de desenvolvimento de soluções para inspeção e controle de qualidade. Conta com linha própria de detectores de metais, fabricados pela alemã S+S, e representa no Brasil a fabricante japonesa Anritsu de Raio X, a alemã WITT para inspeção de gases em embalagens com atmosfera modificada.

 

Sobre a Sunnyvale – A Sunnyvale atua há 36 anos na comercialização e fabricação de distribuidora de equipamentos para codificação industrial, inspeção de produtos acabados, equipamentos para embalagens e  robôs de paletização. A empresa representa cerca de 20 marcas de ponta em tecnologia para área de embalagem, como Domino, Saccardo, Foxjet, Sic, Fuji, S+S e Anritsu, entre outras.

 

No portfólio estão mais de 90 equipamentos para atender a todas as necessidades dos segmentos que atua, o que coloca a Sunnyvale como uma das líderes em seu segmento. A empresa conta com escritório central em São Paulo, com três mil metros quadrados de área construída, e unidade fabril em Itaquaquecetuba, na região metropolitana da capital paulista, com cerca de 10 mil metros quadrados de área construída. Mais informações no www.sunnyvale.com.br.

 

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